Quiz da Copa: Qual é o Seu Perfil de Torcedor no Ambiente de Trabalho?
Em formato interativo, o portal analisa os limites da torcida na Copa do Mundo no ambiente de trabalho e destaca as diretrizes de Recursos Humanos de Eliane Aere, CEO da Umanni e presidente da ABRH-SP.
Com os jogos da seleção brasileira movimentando os dias úteis na Copa do Mundo 2026, o grande desafio das empresas é encontrar o equilíbrio exato entre comemoração e profissionalismo. Para descontrair a rotina sem perder o foco, o G1 lançou um quiz interativo que mapeia o comportamento dos profissionais durante as partidas, e a Umanni orgulhosamente faz parte desse destaque.
Nossa CEO e presidente da ABRH-SP, Eliane Aere, participou da matéria do G1 trazendo reflexões essenciais sobre o comportamento das equipes. O formato leve do quiz ajuda a identificar se o colaborador faz parte do time da concentração total ou da bagunça exagerada no escritório.
A Descontração Não É um Passaporte para Excessos
A flexibilização da jornada, bolões internos e transmissões coletivas são ferramentas fantásticas de engajamento promovidas pelo RH. No entanto, o clima festivo não anula as regras de convivência.
"A descontração não é um passe livre para esquecer que estamos em um ambiente corporativo", alerta Eliane Aere.
O artigo destaca que reações agressivas, palavrões ou o completo abandono das tarefas sob o pretexto do Mundial criam atritos sérios. Além disso, as lideranças e organizações precisam lembrar que nem todos os profissionais acompanham futebol, e o ambiente deve permanecer confortável, inclusivo e focado em resultados para todos.
📊 E por falar em comportamento... que tal descobrir o seu? O G1 preparou um teste rápido para você avaliar suas reações no escritório em dias de jogo e descobrir se você faz parte do time do bom senso ou se está correndo o risco de levar um cartão vermelho corporativo.
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O Papel do RH: Entre o Engajamento e as Regras Claras
Neste cenário, a área de Recursos Humanos assume o papel de arquiteta da experiência e da harmonia interna. Mais do que apenas monitorar comportamentos, cabe ao RH desenhar estratégias que utilizem a Copa do Mundo como um motor de clima organizacional positivo.
Ações como a organização de bolões oficiais, a decoração temática dos espaços e a instalação de telões para transmissões internas são excelentes para aproximar as pessoas e humanizar as relações de trabalho. Contudo, o sucesso dessas iniciativas depende de uma comunicação prévia e transparente: o RH deve alinhar as expectativas com as lideranças e divulgar as diretrizes de flexibilização de horários de forma acessível, garantindo que as entregas do negócio não sejam penalizadas e que a inclusão dos colaboradores que não acompanham o esporte seja mantida.
Para não cometer nenhuma falta grave e entender exatamente o que diz a lei e as boas práticas sobre a jornada em dias de jogo, confira o nosso guia definitivo que publicamos na última sexta-feira:
👉Acesse agora: Jogos da Copa no expediente – Regras de conduta e limites no ambiente de trabalho.
Conclusão
Vibrar pela seleção faz parte da nossa cultura, e trazer essa energia para o escritório pode, sim, gerar ótimos resultados para a sinergia das equipes. No entanto, a Copa do Mundo no expediente não deve ser vista como um período de exceção às regras básicas de respeito e profissionalismo.
O grande segredo, e o veredito dos especialistas, é o bom senso. Ao unir o planejamento estratégico do RH, a maturidade emocional dos profissionais e uma liderança bem alinhada, é perfeitamente possível gritar "gol" sem colocar em risco a produtividade ou o plano de carreira de ninguém.
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